Camila Prietto 02/04/2016 Os contos de fadas sempre foram vistos como narrativas capazes de traduzir o imagin á rio, interpretar conflitos e auxiliar na forma ção de valores. Talvez até por isso f azem parte do universo cultural de nações e geraçõ es. D esde as eras mais remotas , devido ao seu car á ter pluri funcional , reforça a id e ia de que a literatura infantil al é m de arte, emoção e prazer, é um poderoso instrumento para a expansão da capacidade de an á lise do mundo e de conflitos internos. As personagens são outra caracter í stica marcante da estrutura dos contos de fadas, tendem a ser poucas e apresentar grande unidade. Atuam sempre de forma exagerada: ou s ão boas em excesso ou m á s em demasia; belas ou horrivelmente feias, valentes ou covardes, anãs ou gigantes, bruxas ou princesas. Muitas vezes são protagonizados por crianç as, j á outras s ão joven...
Consultora de Histórias da McSill Story Consultancy. É Pós-graduanda no programa de Pós Graduação “A arte de Contar Histórias” e "Livro para a infância" da Facon/SP. Autora dos livros: "Book-in-a-box", lançado em 2013 pela DVS Editora, “Em busca do guardião da Luz”, contemplado com o Proac 2009 - lançado em 2011. 2015 publicou “Cinderella” e 2016 lançou na Bienal “A Marca da Estrela”, ambos pela Abajour Books.