Desempenho, produtividade e assimilação de conceitos parecem nortear a educação das crianças no Brasil, principalmente quando o objetivo final é passar em concorridíssimos vestibulares e entrar em uma prestigiada universidade. Por trás das aparentes objetividade e concentração convocadas para atingir esse resultado, escolas, pais, professores e alunos precisam lidar com a imprevisibilidade e os graves estragos do bullying, que atinge uma porção fundamental e bastante negligenciada dos seres humanos: as emoções. (...) Conversar com crianças sobre emoções deveria ser tão natural quanto assegurar a vacinação, recomendar que se beba bastante água ou desenvolver o hábito de lavar as mãos antes das refeições. Mas, justamente por não ser incentivado, falar de raiva, tristeza, egoísmo, ódio, ressentimento, inveja ou empatia, por exemplo, não é das missões mais simples. O site HuffPost Brasil separou 18 livros para falar de emoções com crianças e adolescentes: 1. ERN...